Anotações da Marina, que podem ser coletivas

Essas são as anotações, pensamentos e sentimentos que sugiram do GOSH. Adicionei também o nome e link para todos os grupos participantes com uma pequena descrição do que fazem.

No topo estão resumidas ações concretas que devemos tomar.

Canal do youtube do GOSH: GOSH COmmunity

O post na PLOS sobre o GOSH fala um pouco sobre como funcionou as dinâmicas no GOSH 2017.

Journal of Open hardware : A nossa revista de publicação :D

Sobre ações

Fazer uma apresentação numa reunião do CTA sobre a importância de documentar os os erros, como parte do processo. Tranquilizar sobre a existência de erros.
Colocar os slides e posters no fórum, já estão registrados no site do CTA na página doe vento e nas tarefas.
Contribuir na construção do Road map.
Colocar o modelo do documentação em evidência na capa do site do cta
Além de construir a bancada de Hyperobjetos, acredito que o CTA também deve começar a olhar para o Biohacking. Isso nos aproximaria de outras ciências e atrairia estudantes que se interessam por isso e não por máquinas. Uma hackatona para construir um biolab seria algo interesante.

Anotações Soltas

  • Space apps challenge
  • SEGIB Secretaria general iberoamericana
  • Computadora industrial abierta argentina, projeto CIAA, desenho de placa de controle industrial
  • Hackatona de Agroecologia, agricultores e tecnólogos de vários pontos da argentina se reuniram em um dia de hackatona para analisar problemas expostos pelas produtoras e produtores e propor alguma solução. Não foi desenvolvido, nem projetada nenhuma solução, apensa idealizado.
    Aparentemente existe um matemático que trabalha na EMBRAPA de Curitiba que trabalha com o desenvolvimento de soluções para o campo de uma maneira alinhada com nossas ideias
  • Facilitation: getting the knowledge and will of everybody to the table, different than leadership, debate and teaching
  • O livreo Paysage: Entretiens D'Atelier por Thomas Couture português está anotado no meu caderno, por algum motivo desconhecido, logo abaixo de "Open source ecology" e antes P@P as a new model o cicilization

Frases inspiradoras

  • There is no science without hardware
  • GOSH is a social movement
  • You have to validate it, even if is not made for science
  • Vamos Hackear o Hackear (fazer um meta hackeamento)
  • Trazer os valores antes no desenvolvimento de tecnologias

Journal of Open Hardware

  1. Hardware Metapapers: fala do hardware em si
  2. Articles: not about a piece Hardware
  3. Review

Atividades

Equity on GOSH (Max Liboiron)

Para quem está numa situação de vulnerabilidade ambiental, como em uma região afetada por algum desastre ou poluída, as pessoas não se importam por quão científico são os dados, o que elas querem saber é “Posso comer esse alimento?”, “Posso beber?”, “É seguro?”
O grupo em que a Max trabalha no Canadá desenvolve soluções para medir a poluição das águas de uma região do Canadá onde há muita extração de petróleo. As tecnologias desenvolvidas são feitas baseadas apenas nos materiais encontrados na única loja da cidade e só devem usar plástico quando este for reciclado. Nem sempre elas terão qualidade científica ou sequer quantitativa, mas devem dar uma resposta qualitativa para as moradoras de que se a água possui muito microplástico ou não.

Open Hardware for Africa (Jorge Appiah)

Open Hardware for see waters (Andrew David Thales)

Open Rov, LUMCON, The Open CTD. Eles levaram 4 anos e meio para desenvolver um medidor de condutividade (inspirador).

CTA (Rafael Pezzi)

Sugestão de leitura: The limits to growth, the age of stupid, the twelve leverage points to intervance in a system. Why change the energy stuff in order to keep doing the same stuff.

Acadêmica = Ciência Aberta, Ciência livre

Biohack Academy (Xiamra Dad)

Institute for Art and Science Technology, Waag Society.

Sessão de Desenvolvimento colaborativo

Composto majoritariamente por pessoas da área ambiental
hardware standards, different companies, dissiminate the ideology
É preciso plataformas para colaboração? Nível nacional e nível internacional
Evitar o colonialismo
Primeiro, a colaboração com os colegas próximos, pessoalmente, depois a colaboração com a comunidade local, aí então colaborar com pessoas de fora
Problemas com as habilidades de cada um
Colaboração local:
desenvolver as soluções juntamente com a população afetada
Paciência
Influência do dinheiro é ruim, acaba por desvirtuar as atividades e grupos
Tempo livre e boa vontade são necessárias
Simpatia vs empatia
Não é possível desenvolver soluções fast food
É preciso criar relações de longa duração, parcerias, fortalecer a confiança
Relações de troca: não só a trabalhadora ou o trabalhador devem doar algo para a comunidade afetada, como também devem receber algo em troco (conhecimento, realização, parceria)
A inserção de uma tecnologia numa comunidade pode ser prejudicial a ela, por isso é importante que ela tenha o controle do sistema aplicado. É necessário respeitar e ouvir as necessidades da população
Exemplo: Science Shop Haiti. Este são lugares que lembram um fablab pelos equipamentos que possuem, mas vão além disso, pois incluem o compromisso social. As soluções são feitas por demanda da população, que pode propor e ajudar a desenvolvê-la. A comunidade não precisa pagar por estas soluções, mas não ficou claro para mim da onde o dinheiro vem, parece-me que é do bolso dos voluntários, não de governo nem empresa nenhuma. Não possui apoio político
Para comunidades em vulnerabilidade, as soluções devem ser fáceis de serem replicadas e entendidas
Conclusões: ao interagir com uma comunidade que não possui acesso prévio a tecnologia, as desenvolvedoras devem cuidar para não serem colonizadoras, não escolherem por si o que é melhor para essa população; é preciso que as soluções sejam desenvolvidas em conjunto, tecnólogas e moradoras; Para que isso seja possível, o grupo concordou que é preciso criar uma relação de confiança, uma relação de longa duração. Acredito que há uma tendência que soluções fast food oferecida por forasteiros não englobem as complexidades da comunidade afetada pelo problema. Acessibilidade, custo, conhecimento, equipamentos necessários e elementos culturais que serão afetados por uma solução não são levados em conta quando a solução é oferecida por forasteiros. Por isso, acredito fortemente que para que uma tecnologia, uma solução para um problema de uma comunidade específica seja eficaz, é preciso que a população afetada participe do processo de desenvolvimento da solução.

Sessões “Interactive Art” e “Visionary Design and Science fiction”

Forum para Perfomative and Interactive Art

Dados para representar o corpo da mulher e outros corpos; Quem é dono da minha arte, se ela foi criada usando uma máquina proprietária?
Copy Riot; Biohacking Safari; Techno Xamanismo
Criar outra internet
E se a arte criar tecnologias que modifiquem a ciência, e não ao contrário?
A arte pode fazer perguntas que vão além da ciência
A criação da arte vem antes das descobertas da ciência
O movimento GOSH é capaz de de quebrar as barreiras construídas entre a arte e a ciência
Conclusões: como eu poderia descrever com palavras retas e lineares uma experiência que transcende a palavra? Imagina a sala em meia luz, uma música tocando, preferencialmente uma da interespecies, talvez uma apresentação de slides automática, cada slide com uma cor de fundo. Fechem os olhos. O que é ciência ? O método científico nos diz que o modelo deve ser replicável para que seja real. Replica isso: ~ arroto~ . A ciência, antes de ser movida por lucro e guerra, era movida por curiosidade, movida por perguntas. (uma romantização do passado também serve para uma idealização do futuro), A nossa compreensão vai muito além das palavras lógicas e racionais dos modelos científicos, e não preciso de ninguém para me provar isso. Se meu cérebro é capaz de alcançar dimensões indescritíveis por palavras e números, por que deveria a realidade estar contida em lógicas?
E se a arte inventasse a ciência?
E será que já não fez isso?
Tablets foram vistos na odisseia do espaço, telefones sem fio foram descritos no admirável mundo novo. A arte, sendo um produto da imaginação selvagem, é capaz de fazer perguntas que vão além do que os modelos científicos conseguem descrever.
Visionary Speculation Fiction: foi proposto pelo grupos criar um Journal of Visionary Speculation Fiction. Nele escreveríamos histórias da narrativa que queremos ver no mundo.
Resultado criado para o relato do GOSH:
Conto de Amanhã
Era uma Vez,
nas planícies atemporais da nossa mente, a Ciência de Ontem.
A Ciência de Ontem dona de si
e achando dona dos outros também, montava em seu trono escrevia a verdade e não tinha medo de nada. De Nada a não ser uma coisa: da Profecia.
Tinha medo da Profecia da Ciência do Amanhã
essa profecia afirmava que dentre dos seus surgiria a Ciência do Amanhã, única com poderes de derrubar-lhe de seu trono e tornar-se a nova escritora da verdade, apagando tudo que já tinha sido escrito.
Aterrorizada,
a Ciência de Ontem subiu no morro mais alto da planície e construiu um forte em volta de si. Isolou-se de tudo que não era si própria. Isolou-se do que era Arte. Isolou-se do que era Emoção. Isolou-se do que era Tradicional. Isolou-se do que era pseudo. Isolou-se até do que era Natural.
Não bastando,
teve medo que seus filhos e filha pudessem ser a Ciência do Amanhã. Por isso invocou das profundezas abissais da sua mente a Arrogância. Garantiu que houvesse uma Arrogância atrás de cada filho e filha que impedisse que conversassem entre si.
O que a Ciência de Ontem não esperava
é que as profecias são imprecisas e imprevisíveis. Como o mundo natural é.
O que ninguém aqui esperava
é que a ciência de ontem não viria num cavalo branco nos libertar de nossa escravidão. Não. A Ciência do Amanhã não é algo ou alguém. A Ciência do Amanhã está em tudo. No vácuo e no preenchido. Apenas é.
Mas,
só poderia se pensar se a própria arrogância.
Talvez
por influência de alguns forasteiros, talvez por eventos probabilísticos próprios, alguns filhos e filhas decidiram conversar com suas Arrogância e, com muita paciência, apoio mútuo e um pouco de chá, transmutaram-se Arrogância em Ciência do Amanhã.
Passaram então
a coexistir dentro e fora do forte, com ou sem a Ciência de Ontem. Não tem o objetivo de ser a única, até porque não é. A Ciência do Amanhã tem apenas a vontade de ser. Apenas é.

Sessão Modelos de Negócio

Fórum da seção Business Models: https://forum.openhardware.science/t/business-models/299
(muito bom material)
Fórum do Canvas: https://forum.openhardware.science/t/business-model-canvas/304

Formas de faturar: Baseado em associação paga, Serviços de Hardware, investidores, vender uma máquina mais barata e vender os materiais necessários para construir/usar a máquina.
Investidores vão se sentir mais confiantes para investir num projeto se quem estiver procurando investimento já está estável, já paga as contas com o trabalho.
Antes de pedir o investimento, ou lançar crowdfounding, é bom saber bem qual o objetivo da empresa. No início de um projeto é comum se querer muitas coisas diferentes até decidir exatamente o que se querer.

Sessões de Documentação

Fórum da Seção 1: https://forum.openhardware.science/t/documentation-session/290
Fórum da Seção 2: https://forum.openhardware.science/t/documentation-and-sharing/302/2

Lista de documentações que podem ser estudadas

Sentimos a necessidade de escrever um guia menor, de fácil leitura. Um guia internacional e "unificado" de documentação, para termos padrões bem estabelecidos e facilitar a colaboração.
Acredito que existam dois tipos de documentação: Documentação de desenvolvimento e Documentação de produto (os nomes não precisam ser esses).
A Documentação de Desenvolvimento não é aqui a documentação para desenvolvedores, é a documentação do processo de desenvolvimento, como um log, um caderno de laboratório. Ele pode ser feito num fórum, com o uso de tarefas, com o git, mas é fortemente sugerido que não seja uma wiki. O motivo disso é que essa documentação deve ser fácil, deve ocupar o menor tempo possível da(o) desenvolvedora. Essa documentação pode contar fotos, desenhos, pode e vai ser mais gostoso se for em primeira pessoa, pode ser bem pessoal. Essa documentação ajuda na organização do projeto, caso ele seja patenteado durante o processo de documentação serve como prova de que já estava sendo desenvolvido, permite a colaboração, e mostra como as pessoas erram muito antes de chegar a um produto final.
A Documentação de Produto é aquela para o projeto, hardware, software, ferramenta, artigo pronto, para a versão terminada. Para uma ferramenta de hardware de uma determinada versão as três divisões sugeridas são Montagem, Uso, Ensino e Racional. A Documentação de Montagem é aquela que ensina como encaixar as peças, seja como fazer o circuito, as peças mecânicas, todas essas partes. Ela não entra nos detalhes do porquê de cada decisão, informa apenas o suficiente para que alguém possa replicar o produto. A Documentação de Uso é aquela que, dado o produto montado, ensina a operar, usar os softwares, apertar os botões certos. A documentação de Ensino é aquela que traz os materiais educacionais associados aquela versão do produto, ou até mesmo uma discussão sobre suas potencialidades. A Documentação Racional é a que traz a reflexão sobre cada decisão, dos porquês de cada filtro, componente, tamanho, e formato do produto. A calibração pode entrar no racional também.
A licença deve estar bem clara e visível.
A wiki do projeto pode ser feita mesmo antes dele ficar pronto, porém estará vazia.

Criar uma maneira de fazer Easy real-time documentation. Mundializar a documentação ( protocolos, padrões, formatos comuns).
Será que o CTA precisa usar outro tipo de documentação que não seja o site? O git já é usado, e é o mais usado nesse sentido, então talvez isto seja o suficiente, por enquanto, nesse caminho de mundializar a documentação. (mas já não faz isso com o git?) Será que devemos modificar o modelo de documentação do CTA (proposta será documentada em breve)?

Primeira Seção Latinoamericana no GOSH 2017

Fórum: https://forum.openhardware.science/t/1-sesion-latinoamericana-en-gosh-2017-resumen/330

Sobre Agroecologia

Na Argentina o grupo Centro de Investigaciones para la Transformación (CENIT )realizou uma "_Hackatona_ de Agroecologia". Juntaram agricultoras e agricultores de várias regiões com tecnólogas e tecnológos. As agricultoras(es) falaram de seus problemas, alguns deles foram selecionados e separados em grupos mistos. Os grupos conversaram e, ao final, compartilahram as propostas de solução. Nada foi efetivamente montado nem desenvolvido, o objetivo era sentir como uma reunião desses seria. A conclusão foi muito positiva.
Conversamos sobre a possibilidade compartilhar nossos conhecimentos com jovens Técnos Agriculas, Agentes de extensão rural. Pensamos bastante no conceito de construir tecnologia com o que está ao redor.
Conversamos sobre não utilizar o termo "_Hardware_", por não ter muito significado na nossa língua. Uma sugestão seria "Ferramenta", ou apenas "Tecnologias".

Workshoplogy - Oficinalogia

Fórum: https://forum.openhardware.science/t/workshopology-osh-tools-enabling-teaching/284

Como lidar com as dificuldades emocionais que surgem em uma oficina?
Um site sobre Workshoplogy

Sessão sobre Financiamento

Financiamento coletivo: é possível, deve ocorrer quando o projeto e proposta já estão bem estabelecidos. Cada plataforma deve ser estudada para saber se combina com os objetivos do grupo. Uma plataforma mais famosa que cobra mais, ou uma nacional com público bem definido? O problema de uma plataforma grande e famosa é que o projeto tem que ser melhor, com um material de divulgação de alta qualidade, pois está competindo com diversos projetos. É possível também fazer um financiamento coletivo sem usar uma plataforma, principalmente quando o público alvo é próximo, conhecido.

Outras formas de financiamento são editais do governo, UNICEF, ONU, Open Collaborative Science Development Network ou o Leonardo Di Caprio.

Projetos e grupos de Biohacking, Oceanografia e equipamentos de laboratório de química e biologia

Openflexure Microscope : um microscópio de alta precisão em XYZ possível de ser impresso em impressora 3D.

Opendrop : é um novo design para uma plataforma digital para microfluidos de código aberto volta da a pesquisa.

DropBot : Sistema de automação digital de controle de Microfluidos de Código Aberto vendido pela empresa Sci-bots

GaudiLabs : Laboratório que desenvolve principalmente equipamentos de laboratórios de química e biologia, cediado provavelmente na Switzerland, "canal do youtube do GaudiLabs":Switzerland

SyentechBio : Rede de espaços biohackers da America Latina

Manual de Biohacking : um manual que ensina as pessoas a montarem seu próprio laboratório de biologia.

Biohacking Academy :  um grupo que fornece cursos para formação de biohackers e de laboratórios de biohacking

Biomakers: Um laboratório de biohackers no Peru, que buscam promover e desenvolver a biologia, biotecnologia e biologia sintética.

Oceonography for everyone :Equipamentos de ensino de Oceonografia,

Openrov : empresa que vende Equipamentos de Oceonografia

Blackbeard Biologic : Empresa de consultoria especializada em inovação e educação marinha

Openbio UChile : laboratório dentro da Universidade do Chile que realiza diversas atividade e pesquisas relacionadas com biologia sintética

Interspecifics : desenvolver um equipamento que cria em tempo real a sonificação de propriedades elétricas de algumas bactérias (isso mesmo, muito louco)

Biohacking Safari : mapeamento de todos os laboratórios de biohacking no mundo.

London Biohackspace : um laboratório de biohacking em Londres

Laboratório de Biologia Sintética de Cambrigde : um laboratório que tem se mostrado amigável em relação a tecnologia e ciência aberta

Centro de pesquisa de Biologia Sintética Openplant : uma iniciativa parceira da University of Cambrigde

iGEM : laboratório no Chile de biologia e modificação genética

NinjaPCR : Amplificador de DNA (Japão)

Grupos e projetos voltados a America latina

Steps America Latina : centro de pesquisa em soluções sustentáveis para a America Latina

Monitormanto Ambiental e estudo de Plantas

Photosynq : equipamento e software de estudo da fotossíntese de plantas

Civic Laboratory for Environmental Action Research : um laboratório de ciência marinha feminista e tecnologia, especialista em ciência cidadã e grassroots monitoramento ambiental the poluição de plástico.

Github do Kina Smith : medições do uso de água de florestas boreais

Public Lab

MACA : monitormento da qualidade do ar (Argentina)

InfoAmazonia : monitoramento da água (Brasil)

Águas Amazonicas

Global Open Data for Agriculture and Nutrition

farmOS : plataforma web para gerenciamneto de fazenda

farmHACk : comunidade de fazendeiras e fazendeiros hackers

Ciência e tecnologia com o corpo humano, Biomedicina (alguns laboratórios de biomedicina podem estar escondidos nos laboratórios de biohacking)

Backyard Brains : usa hardware aberto e livre para ensinar neurociência

OpenBCI : equipamentos médicos muito similares aos do Fisiolog, possui uma placa geral para usar EEG, ECG, EMG e mais lá.

Pulse Sensor : sensor de pulso

Tympan : equipamentos para auxílio de audição

OpenHAK : sistema aberto de monitoramento da saúde

Open Biomedical Iniciative

Open Sensory : desenvolvendo uma maneira de recuperar e reinventar capacidades sensorias do cérebro sensorias

Vektor : sistema que visa dar aos seres humanos, através de vibrações, a capacidade de orientação magnética dos pássaros

Ensinamento

Karkhana : um lugar de desenvolvimento experiências de ensino e aprendizagem no Nepal, "The best way to predict the future is to invent it"

Open Science School : uma associação em Paris que busca mudar a maneira como aprendemos usando abordagens não-convencionas

FAT: Feminist Approach to Technology : grupo da India que incentiva o estudo de STEM (Science Technology Engineering and Math)

Tech Academy : uma empresa e instituto de ensino que ensina Sl e HAl para crianças enquanto conecta essas ideias a consumidores reais, ou seja, transforma em produtos e soluções as invenções de crianças e professores (não ficou claro se essas crianças recebem algo em troca, mas foi o que entendi da conversa que tive com o Shams)

FOSSEE : promover educação na Inidia

Arte

CopyRiot : Além de estudos sobre questões legais, também fazem arte

Platohedro : Entidade que incentiva a produção de arte e cultura livre na Colombia

Energy Bending Lab : é um equipamento que cria sonificação em tempo real das propriedades elétricas de bactérias e alguns microorganismos, visam observar as comunicações interespecies de uma maneira filosófica e artística DA-LHE!

Libre Pensante

SANDS: Social And Digital System Group : grupo da escola de arte, mídia e engenharia da Universidade do Arizona

Lifepatch : iniciativa cidadã em arte científica e tecnológica

FABRE : fablab voltado para recursos educacionais em camarões

Multi-propósito

Teaching and Research in Natural Sciences for Development in Africa

Hacketeria : uma plataforma web de projetos de arte biológicos de código aberto

Michigan Tech's Open Sustainability Technology Lab (MOST) : laboratório orientado pelo Dr. Joshua M. Pearce

Quinto Pilar : site de divulgação científica

Public Lab : Grupo descentralizado focado no monitoramento ambiental

Nodo 39 e LabFD : FabLabs amigos da Argentina

Waag Sociaty