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LabFis: Versão 0.9 do LabFis está disponível para download

Added by Rafael Pezzi over 6 years ago

Está no ar o LabFis 0.9. Para baixar a imagem acesse http://lief.if.ufrgs.br/labfis/.

Adicionadas atividades PhET (compatíveis com software livre -ver tarefa #35).
Novas funcionalidades para redimensionamento e rotações de imagens usando o gerenciador de arquivos.
Editor de vídeo e gravador da área de trabalho para elaboração de tutoriais.
Freemind - Editor de mapas conceituais.
Instalação de firmwares para placas de rede sem fio.
Corrigida configuração do chaveiro do gnome - senha já vinha definida.
Atualização de pacotes.

Pacotes Instalados

  • nautilus-image-converter
  • gitg
  • gitk
  • git-cola
  • freemind
  • python-lxml
  • chromium-browser
  • openshot
  • gtk-recordmydesktop
  • usbutils
  • hardinfo
  • firmware-realtek
  • firmware-atheros
  • firmware-ralink
  • firmware-iwlwifi
  • firmware-brcm80211
Aplicativos de Terceiros

Mais informações na página oficial.

Suporte CTA: FAPESP: Ciência precisa ser mais aberta e interativa

Added by Rafael Pezzi over 6 years ago

10/09/2012

Por Elton Alisson

Agência FAPESP – Em junho de 2011, um surto de contaminação na Europa causado por Escherichia coli forçou as instituições de pesquisa em diversas partes do mundo a publicarem na internet os dados de que dispunham sobre o genoma da bactéria para agilizar e facilitar o reconhecimento da cepa causadora da infecção.

Por meio da cooperação científica internacional, se descobriu que se tratava de uma nova cepa, resultante da combinação do material genético de outras duas cepas de E. coli, que era resistente a 18 tipos de antibióticos e libera no organismo humano uma toxina, denominada shiga, que causa a falência dos rins.

A partir do sequenciamento genético da nova cepa da bactéria, foi possível desenvolver um teste, chamado PCR em tempo real, que possibilitou a triagem em apenas algumas horas dos pacientes contaminados para receberem tratamento adequado, e desta forma controlar o surto de contaminação que poderia tomar proporções globais.

Na avaliação de Jessica Bland, conselheira científica da Royal Society do Reino Unido, o exemplo é bastante ilustrativo de como se pode realizar ciência de formas mais aberta e interativa que, segundo ela, representam alguns dos maiores desafios científicos da atualidade e que devem ser superados em breve devido a pressões sociais.

“A ciência terá que rever a forma como disponibiliza os dados que gera desenvolvendo, por exemplo, novas práticas computacionais”, disse Bland durante a conferência que proferiu no 1º Encontro Preparatório para o Fórum Mundial da Ciência 2013, realizado nos dias 29 a 31 de agosto na FAPESP.

De acordo com a especialista, alguns dos fatores que estão impelindo esta mudança de paradigma da ciência é o aumento da demanda pelo acesso a dados científicos.

De um lado, os cidadãos e os legisladores estão necessitando, cada vez mais, de evidências científicas para dar suporte para tomada de decisões em relação a questões como os transgênicos, que tem mobilizado a opinião pública do Reino Unido, onde recentemente ocorreu um protesto em que manifestantes reclamaram da falta de discussão sobre o assunto.

Por outro lado, as empresas também necessitam ter maior acesso aos resultados das pesquisas científicas, que podem dar origem a inovações tecnológicas e aumentar sua competitividade.

“Hoje está em curso uma discussão no Reino Unido e na Europa sobre como possibilitar a abertura de dados científicos por empresas, que podem se converter em desenvolvimento econômico”, contou Bland.

Entretanto, segundo ela, um dos fatores que estão impedindo o acesso dos dados científicos até mesmo pelos pesquisadores é o fato de que não estão disponibilizados de forma racional.

“Não basta apenas abrir os dados científicos. É preciso disponibilizá-los de forma que sejam acessíveis, inteligíveis, avaliáveis e reutilizáveis”, afirmou Bland.

“A abertura de dados por si só não tem valor. Somente quando esses quatro critérios forem atendidos pode se considerar que os dados científicos estão devidamente abertos”, avaliou.

Limites para abertura de dados científicos

Um dos limites à abertura de dados científicos apontados por ela são interesses comerciais legítimos.

Entretanto, segundo Bland, as instituições de pesquisa já dispõem de mecanismos para proteger suas descobertas, que podem resultar em patentes ou recebimento de royalties.

Na Europa, por exemplo, algumas instituições de pesquisa desenvolveram um sistema que possibilita que indústrias farmacêuticas possam comparam seus bancos de dados de moléculas com os delas, por exemplo, sem que tenham acesso às informações estratégicas uma das outras, que podem resultar no desenvolvimento de um novo fármaco.

“Isso mostra que as instituições de pesquisa não precisam ser totalmente fechadas em relação à publicação de seus dados. Elas podem disponibilizá-las em um sistema seguro”, indicou.

De acordo com ela, outro limite à abertura dos dados científicos, também ilustrado por outro exemplo recente, é a segurança.

Em agosto de 2011, cientistas dos Estados Unidos e do Japão submeteram dois artigos para avaliação das revistas Nature e Science, em que relatam os resultados de uma pesquisa sobre um vírus da gripe aviária modificado em laboratório que desenvolveram juntando o vírus da gripe aviária com o da gripe suína (H1N1).

A publicação dos artigos foi embargada após um pedido do governo americano que alegou que as descobertas poderiam ser utilizadas por terroristas para desenvolver armas biológicas, e dividiu opiniões – a Organização Mundial da Saúde (OMS) defendia a publicação, enquanto órgãos de segurança dos Estados Unidos se manifestaram contrários.

No início de maio de 2012, a Nature ignorou o pedido do governo americano e publicou um dos artigos, sob a alegação de que qualquer informação restrita distribuída aos laboratórios universitários não consegue permanecer na condição de confidencialidade por muito tempo.

“O que nós vemos é que quando os dados científicos são mais abertos, aumenta a segurança, como pode ser visto no caso da publicação dos dados da pesquisa sobre o vírus modificado da gripe aviária. A abertura de assumir o risco de publicar levou a uma situação de maior segurança”, avaliou Bland.

A grande aspiração, segundo a especialista, é que em breve todos os dados científicos possam ser disponibilizados online e que seja possível interoperá-los.
“Os dados são parte integrantes da ciência e precisam ser melhor comunicados e não só incluídos nos artigos científicos”, afirmou.

Fonte: http://agencia.fapesp.br/16153

Suporte CTA: Brasil Comanda Inciativas Open Source

Added by Tatiana Pereda almost 7 years ago

Fonte:
http://opensource.com/government/12/8/brazil-forefront-open-source-initiatives

Desde que o PT ganhou as eleições em 2003, o movimento open source tem crescido no governo e em outras esferas públicas. Agora, o Brasil parece estar no fronte de comando das iniciativas open source. O que não é novidade para esta comunidade que, apesar de incertezas, viu que o movimento estava crescendo um pouco a cada ano. Isto levou o novo governo a incluir esta iniciativa no topo da agenda governamental.

Antes desta frente entrar para o governo, o partido já oferecia apoio para as iniciativas de tecnologias livres, mas - por causa das limitações de conhecimento, pressões econômicas e outros fatores - essas iniciativas não foram valorizadas como deveriam ter sido. A primeira a entrar no ramo no país foi a ATM network implementando no Rio Grande do Sul as tecnologias livres, porém não foi creditada como devia. Hoje, porém, dados diversos fatores - uma maior adoção e confiança nas tecnologia open source, pressão para redução de custos dadas as correntes crises econômicas, uma base bem formada e regular e uma preocupação com a inclusão digital - a cena open source no Brasil tem mudado bastante, iniciativas adicionais estão começando a sair da teoria e indo para a prática, gerando influência sobre seus observadores.

Uma lição a ser aprendida é que, sem o apoio do governo, essas iniciativas provavelmente não teriam saído do papel. Uma iniciativa no governo do Brasil foi um Portal Open Source mantido pelo Ministério do Planejamento. Criado em 2007, o portal oferece softwares open source desenvolvidos por corpos governamentais e comunidades convidadas para que cidadãos, companhias e administrações públicas possam ter acesso à grande variedade de softwares disponíveis. Tudo neste portal é produzido e disponibilizado de acordo com com as normas dadas pelas instruções normativas (N.1), um documento legal baseado fortemente nas regras da FSF Fundação Software Livre (Free Software Foundation), e um modelo de licença livre criado especificamente para o Portal; apesar de todas as licenças da FSF proibirem o uso de ferramentas, softwares ou componentes privados, o objetivo ainda era de manter a filosofia da FSF.

Este Portal conta com 59 softwares disponíveis e esta lista continua crescendo. Cada um apresenta sua própria comunidade de usuários que estão livre para participar a qualquer outra comunidade, e todos juntos representam a grande variedade de serviços que a tecnologia livre é capaz de oferecer, indo de softwares educativos até bancários. O software Linux Educacional é uma versão Kubuntu modificada para escolas públicas. Já o Tucunaré é um exemplo Debian modificado desenvolvido especialmente para o Banco do Brasil. Todos estes programas são parte de um grande esforço que está começando a mostrar o retorno de valores sociais, o que é exatamente a filosofia Open Source.

Outra iniciativa é vista pelo CDTC, um projeto que foi primeiramente desenhado para disseminar o uso de softwares Open Source entre a IBM e o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação. Este foi desenvolvido como uma plataforma de aprendizado online, sob o comando de Dijalma Valois Filho, um membro bem conhecido da comunidade Open Source e fundadora da CIPSGA ( Comitê de Incentivo a Produção do Software GNU e Alternativo). Dijalma também foi responsável por organizar suportes Open Source e explicar o potencial destes em cursos e seminários. O projeto tinha como base o uso do Moodle em universidades e colégios onde estudantes poderiam se envolver em fóruns e passar materiais escritos para o professor.

O CDTC começou com 4 cursos que apoiavam o projeto, hoje são mais de 160. Os usuários podem ainda adquirir qualificações e certificados se eles completarem um certo número de cursos pertencentes ao Moodle. No final de 2011, o projeto do CDTC foi encaminhado para o Ministério do Trabalho com uma de ideia de transformar alguns cursos em cursos qualificatórios fazendo com que, dessa maneira, milhares de usuários poderiam ser certificados. A meta é: 1 milhão de usuários com certificado até 2014.

O CDTC tem dado mais de 18.000 aulas e alcançado mais de 95.000 de pessoas em 4.305 cidades. E tudo sem nenhum tipo de marketing. Muitas pessoas conectadas no cenário Open Source não sabiam (e ainda não sabem) sobre o projeto, ou seja, estes números poderão crescer ainda mais.

Outro programa nacional, Telecentros, é um suporte de inclusão digital em comunidades que tem acesso a estudo para contratação, energia ininterrupta, HVAC, água potável, móveis, e internet. Em lugares remotos sem acesso à TV a cabo, um Telecentro pode dar acesso a esse tipo de serviço. Além disso, um programa chamado Formação Network tem como objetivo que estudantes entre 16 e 28 anos de idade sejam treinados para atuarem como "multiplicadores de tecnologia digital apropriada para equipamentos públicos".

A importância deste projeto dá-se em existir um espaço em que uma comunidade local possa conectar-se na Internet com seu próprio software, hardware e suporte especializado. E o que faz a diferença é que este software é Open Source. Como o Tucunaré, o conjunto usado nos Telecentros permite que estudantes possam se qualificar para certificados usando o treinamento CDTC - fechando o laço e retornando um valor social, mais do que simplesmente um acesso à internet. Essas iniciativas são bons exemplos da sólida fundação Open Source desenvolvida no Brasil. Aqueles que antes eram digitalmente excluídos, agora estão conectadas, qualificados e certificados. Estes possuem agora esperança de uma vida melhor graças à tecnologia aberta,

Recentemente, Ricardo Fritsch, Coordenador Geral da Associação do Software Livre escreveu uma carta para a Presidente Dilma Rousseff sob os olhares dos participantes do FISL que alertava aos recentes acontecimentos que não estão em linha com o pensamento da comunidade (e que também não são dos seus melhores interesses). É um alerta para levantar algumas questões como direções a serem mudadas e projetos que envolvam algo diferente do que foi originalmente proposto com o uso livre da tecnologia Open Source.

No início, a tecnologia Open Source era vista como uma alternativa ao modelo pago, mas com esta evolução e maturação, esta tecnologia está provando uma nova estrutura de crescimento. Além do grupo dos BRICS - novos países desenvolvedores e tecnológicos, como o Brasil - a tecnologia aberta é necessária pois estes governos simplesmente não podem pagar o preço do modelo licenciado.
Hoje, o Brasil tem uma forte comunidade Open Source, permitindo-nos estar no fronte desta alternativa tecnológica, dependendo apenas dos usuários continuar com esta inciativa e expandir a importância das tecnologias livres.

Suporte CTA: SBPC se manifesta sobre o Marco Civil da Internet

Added by Rafael Pezzi almost 7 years ago

Jornal da Ciência, de 10 de Agosto de 2012.
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=83654

1. SBPC se manifesta sobre o Marco Civil da Internet

Confira carta encaminhada aos deputados sobre o tema.

Senhor Deputado,

A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) manifesta-se apoiando a "Carta de Olinda", emanada e aprovada por unanimidade na plenária final do 2º Fórum de Internet do Brasil, ocorrido em Olinda/Pernambuco em 4 de julho, promovido pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil.

Assim, a SBPC considera imperativa a aprovação do Marco Civil da Internet no Brasil em função da sua importância crucial para a garantia da liberdade e dos direitos de cidadania, individuais e coletivos na rede.

A Internet encontra-se sob ataque. Em vários países, grandes corporações e segmentos retrógrados da máquina estatal querem restringir as possibilidades democráticas que a Internet nos trouxe, bloquear o compartilhamento de bens culturais e impedir a livre criação de conteúdos, plataformas e tecnologias.

Neste sentido, defendemos que o Marco Civil assegure o princípio de neutralidade da rede. Os controladores da infraestrutura física da Internet não podem impor qualquer tipo de filtragem ou interferência política, econômica, comercial, cultural, religiosa, comportamental, por origem ou destino dos pacotes de dados que transitam na Internet.

Estamos preocupados com as pressões dos grupos econômicos internacionais para que se efetive a remoção de conteúdos da rede sem ordem judicial efetiva. É inaceitável que os provedores sejam transformados em poder judiciário privado e sejam instados a realizar julgamentos sem o devido processo legal, sem a garantia do direito constitucional de ampla defesa.

Atenciosamente,

Helena Bonciani Nader

Presidente da SBPC

Suporte CTA: Don Tapscott apresenta quatro princípios para o mundo aberto

Added by Rafael Pezzi almost 7 years ago

As gerações atuais têm sido banhadas em tecnologia de conetividade desde o nascimento, diz o futurista Don Tapscott, e como resultado, o mundo está se tornando bem mais aberto e transparente. Nesta inspiradora palestra , ele lista os quatro mais importantes princípios que mostram como este mundo aberto pode ser um lugar bem melhor:

  1. Colaboração
  2. Transparência
  3. Compartilhamento
  4. Empoderamento.

Fonte: http://www.ted.com/talks/lang/pt-br/don_tapscott_four_principles_for_the_open_world_1.html

Suporte CTA: Raspberry Pi - Quase no espaço.

Added by Tatiana Pereda almost 7 years ago

Fontes:
http://www.bbc.com/news/technology-18900862
http://tecnoblog.net/107789/raspberry-pi-espaco/

Graças ao seu baixo peso, pouco consumo de energia e ausência de peças móveis, na apresentação do mini-micro-nano-pequeno computador Raspberry Pi foi afirmado que a máquina poderia ser usada em pesquisas em altitude, lançada junto de foguetes e balões metereológicos. E, quem diria, foi exatamente isso que um sujeito fez.
O britânico Dave Akerman é praticante de um hobby conhecido por HABing (High Altitude Ballooning, ou balonismo de alta altitude), em que os participantes lançam balões metereológicos a até 30 km de altura equipados com rastreadores GPS, medidores de pressão e câmeras fotográficas, que registram o feito e então voltam em segurança para a superfície graças aos paraquedas.
De acordo com um post no blog do sujeito, um Raspberry Pi foi incorporado aos sistemas de seu balão para que o computadorzinho enviasse imagens da Terra durante o voo, além de substituir outros controladores Arduino usados até então.
“Notei que a entrada USB oferece um acesso rápido e barato a uma webcam, o que significa que pela primeira vez poderia ter imagens ao vivo tiradas de meu balão, coisa que nunca foi feita antes”, escreveu. O sistema envia as imagens para seu “quartel general” graças a um transmissor de rádio que não recebe informações: “Se houver um problema, não haverá chance do sistema ser reiniciado”, comenta.
“O ambiente do espaço é extremamente hostil, com apenas 1% da atmosfera e temperaturas de até -50ºC (…) e a descida pode ser algo violenta, então mesmo coisas como um leitor de cartões SD podem representar um perigo potencial de falha”, explica Akerman. Outro desafio do projeto foi a readaptação de todo sistema de alimentação de energia do balão, que foi revisto para oferecer até 500mA, contra 60mA de antes.
O voo inaugural do comandante Raspberry Pi foi feito no último final de semana, chegando a 27 km de altura. A meta agora é que o computadorzinho alcance “34 ou 35 km de altura, ou talvez até alguns metros abaixo a marca dos 40 km, o que o colocaria na 12ª colocação do ranking britânico de altitude”, lembra Akerman.

Suporte CTA: Massimo Banzi, um dos criadores do Arduino, no TED

Added by Rafael Pezzi almost 7 years ago

Massimo Banzi ajudou a inventar o Arduino, um microcontrolador pequeno, fácil de usar e de código aberto que inspira milhares de pessoas ao redor do mundo a fazer as coisas mais interessantes que podem imaginar -- de brinquedos a equipamentos para satélites. Isto porque, ele afirma, "Você não precisa da autorização de ninguém para fazer algo maravilhoso."

O vídeo é em inglês e ainda não foi legendado. Apresenta várias aplicações muito interessantes do Arduino. Inspirador.

http://www.ted.com/talks/massimo_banzi_how_arduino_is_open_sourcing_imagination.html

Suporte CTA: Linus Torvalds divide o Grand Millenium Technology Prize

Added by Tatiana Pereda almost 7 years ago

Fontes:
http://ostatic.com/blog/linus-torvalds-shares-the-millenium-technology-prize
http://olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news/noticias/linus-torvalds-divide-nobel-da-tecnologia-com-cientista-japones

O criador do Linux, Linus Torvalds, foi um dos premiados do Grand Millenium Technology Prize - considerado o Nobel da tecnologia - por seu trabalho no software de código aberto. Mas ele não foi o único homenageado - o japonês Shinya Yamanaka, pesquisador de células-tronco, vai dividir o prêmio de US$ 1,5 milhão com Torvalds.
Torvalds foi premiado por seus mais de 20 anos de trabalho em softwares de código aberto, que possibilitaram a criação e utilização do sistema operacional por milhões de pessoas no mundo.
Os dois foram anunciados como finalistas do prêmio em abril e, após muita discussão e nenhuma decisão, os juízes decidiram premiar os dois pelo trabalho feito. É a primeira vez que o Grand Millenium Technology Prize é dividido.
"A comissão do prêmio decidiu, pela primeira vez nos dez anos de história, dar o Grande Prêmio a dois inovadores", afirmou o presidente da Academia de Tecnologia da Finlândia, Ainomaija Haarla, um dos responsáveis pelo evento.
Em agradecimento, Linus Torvalds disse: " Estou realmente honrado por ser o vencedor do Millennium Technology Prize. Esse reconhecimento é particularmente importante para mim pois foi entregue pela Academia Tecnológica da Finlândia. Obrigado ao Comitê Internacional de Seleção e a TAF Board. Eu também gostaria de agradecer a todas as pessoas com quem tu estive trabalhando, que me ajudaram a fazer esse projeto não somente um sucesso tecnológico, mas também o fizeram muito divertido e interessante".

LabFis: Versão 0.8 do LabFis disponível

Added by Rafael Pezzi almost 7 years ago

A versão 0.8 do LabFis está disponível para download com novidades. Além da atualização do sistema e inclusão de uma tela de inicialização personalizada, foram instalados os seguintes pacotes:

  • qtiplot
  • sox
  • maxima
  • scilab
  • celestia-gnome
  • ImageJ
  • geany
  • python-wxtools
  • brasero-cdrkit
  • povray

Aplicativos de terceiros

Suporte CTA: CERN oferece acesso facil à propriedade intelectual

Added by Rafael Pezzi almost 7 years ago

Fonte: http://press.web.cern.ch/press/PressReleases/Releases2012/PR15.12E.html

Geneva, 4 June 2012. CERN has adopted a new approach to knowledge transfer under the label of CERN Easy Access IP, an initiative to make it easier for businesses and entrepreneurs to access intellectual property generated at CERN in the course of its research programme. CERN Easy Access IP involves granting a free license for selected technologies from CERN’s portfolio. The full portfolio is available through a wide range of channels including R&D collaborations, services and consultancy, support to spin-off companies and the creation of business incubation centres in CERN’s Member States.

“CERN Easy Access IP joins existing technology transfer opportunities offered by CERN. It is an additional tool to maximize access to our technologies and know-how,”explained Giovanni Anelli, Head of CERN’s Knowledge Transfer Group. “Sometimes our technologies are too early stage for a company to risk investment. By offering free access, we aim to encourage our partners to evaluate and commercialise those technologies, thus making it easier for CERN and industry, both spin-off companies and established ones, to work together.”

As of today, CERN’s Knowledge Transfer Group is placing selected CERN technologies in an Easy Access IP portfolio. Companies or institutions wishing to license CERN Easy Access IP technologies will be required to acknowledge CERN’s contribution and report to CERN’s Knowledge Transfer group on the development of the invention.

“We strive to be as flexible as possible when it comes to dissemination of our intellectual property,” said Enrico Chesta, Head of the Technology Transfer and IP Management Section. “The technologies licenced under the Easy Access IP scheme will be royalty free and shared with qualified companies willing and able to take them to the market with clear benefits for the economy and for society. The return for us is the establishment of strong, lasting relationships with external partners.”

Easy Access IP was first trialled by Easy Access Innovation, a collaborative project between the University of Glasgow, King’s College London and the University of Bristol.

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