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Suporte CTA: Relatório da Royal Society sobre Ciência Aberta

Adicionado por Rafael Pezzi mais de 5 anos atrás

A Royal Society Britânica publicou um relatório sobre Ciência como um empreendimento aberto - Science as an Open Enterprise.

Inicia afirmando que "Investigação aberta está no coração do empreendimento científico". O relatório afirma também que "a internet fornece um condutor de novas maneiras de colaboração e comunicação para redes de cientistas profissionais e amadores, podendo pavimentar o caminho para uma segunda revolução de ciência aberta, tão grande como a iniciada pela criação dos primeiros jornais científicos".

São feitas algumas recomendações explicitas como

  • Cientistas devem comunicar os dados que coletam e os modelos que criam;
  • Universidades e institutos de pesquisa devem exercer um papel de destaque no apoio de uma cultura de dados abertos;
  • Avaliações de pesquisas universitárias devem recompensar o desenvolvimento de dados abertos nas mesmas escalas que artigos em jornais e outras publicações, e deve incluir métricas que incentivem métodos colaborativos de trabalho;
  • Governos devem reconhecer o potencial de dados abertos e ciência aberta para aprimorar a excelência da ciência de base.

O relatório completo pode ser encontrado no site da Royal Society

Estação meteorológica modular: CTA oferece Oficina de Estações Meteorológicas

Adicionado por Rafael Pezzi mais de 5 anos atrás

No sábado 18 de Maio de 2013, durante o UFRGS Portas Abertas, ocorre a I Oficina de Montagem de Estação Meteorológica utilizando o hardware livre Arduino.

É uma iniciativa promovida pelo Centro de Tecnologia Acadêmica (CTA) que envolve professores do Instituto de Física e do Colégio de Aplicação, alunos de Engenharia Física e pesquisadores do Centro Estadual de Pesquisas em Sensoriamento Remoto e Meteorologia (CEPSRM). Esta é uma oportunidade para, além de conhecer o funcionamento de uma estação de coleta de dados de sensores, de se familiarizar com os métodos de desenvolvimento de projetos envolvendo hardware e software livres do CTA. Após a oficina você saberá como acompanhar e participar do desenvolvimento de uma rede de sensores que tem como objetivo o monitoramento climático e ambiental do ambiente onde vivemos.

Público alvo: estudantes e professores interessados em meteorologia e meio ambiente. É desejável familiaridade com o Arduino.

Vagas: 30 - informações sobre inscrição aqui
Data: 18/05/2013
Hora: 14h às 16h
Local: Sala 104 do Prédio H (43135)

  • Breve introdução ao Arduino
  • O que é uma estação meteorológica?
  • Leitura de sensores com o Arduino
    • Temperatura com o LM35
    • Pressão com o BMP035
    • Umidade Relativa do Ar DHT11/DHT22

Cada bancada da oficina disporá de um computador, um arduino, peças e sensores para montagem de protótipo da estação.

Para inscrições e mais informações acesse a página da Oficina no Site do CTA

Suporte CTA: CTA traduz Licença CERN de Hardware Aberto.

Adicionado por Tatiana Pereda almost 6 years atrás

Nos dias de hoje, as formas de licenciamento dos materiais de suporte ao conhecimento adquirido na universidade são tão importantes quanto a sua qualidade, uma vez que é o licenciamento que vai orientar como os materiais de suporte poderão ser utilizado pelo profissional ao ingressar no mercado profissional. Neste sentido é fundamental a compreensão das formas licenciamento de obras intelectuais, utilizadas como material de apoio em todas as áreas do conhecimento.

Obras licenciada de maneira permissiva, que permitem a criação de derivações, são muito mais interessantes para os alunos e para os professores pois permitem que estes se apropriem efetivamente deles. Isto compõe o que a UNESCO chama de Recursos Educacionais Abertos, definido como:

“Recursos Educacionais Abertos são materiais de ensino, aprendizado e pesquisa em qualquer suporte ou mídia, que estão sob domínio público, ou estão licenciados de maneira aberta, permitindo que sejam utilizados ou adaptados por terceiros. O uso de formatos técnicos abertos facilita o acesso e o reuso potencial dos recursos publicados digitalmente. Recursos Educacionais Abertos podem incluir cursos completos, partes de cursos, módulos, livros didáticos, artigos de pesquisa, vídeos, testes, software, e qualquer outra ferramenta, material ou técnica que possa apoiar o acesso ao conhecimento.”

Unesco/Commonwealth of Learning com colaboração da Comunidade REA-Brasil

Para alunos de áreas científicas e tecnológicas o licenciamento aberto dos equipamentos utilizados em laboratórios de ensino trazem uma nova dimensão para as possibilidades de criação em cima do que aprendem e usam. O CERN (Centro Europeu de Pesquisa Nuclear), em um movimento inédito, está licenciando instrumentos desenvolvidos para dar suporte aos seus aceleradores e experimentos científicos de maneira aberta (veja aqui), tendo inclusive composto uma Licença de Hardware Aberto que garante quatro liberdades fundamentais para quem utiliza seus projetos ou seus derivados, as liberdades de utilizar, estudar, modificar e distribuir os equipamentos.
Para que os falantes da língua portuguesa possam entender melhor os termos da Licença de Hardware Aberto do CERN, o Centro de Tecnologia Acadêmica lança a primeira tradução não oficial desta licença. Com isto, a tradução é apontada na Wiki da Licença CERN de Hardware Aberto sendo a primeira a constar na página.

Esta é uma conquista para os criadores do site e uma possível semente que abrirá muitas mais portas aos criadores, colaboradores e usuários do CTA.

A tradução pode ser conferida aqui e foi realizada por Tatiana Pereda com a revisão de Rafael Pezzi

Blender Topográfico: Curso qualifica professores em animação topográfica

Adicionado por Rafael Pezzi almost 6 years atrás

Fonte: Secretaria Municipal de Educação - Porto Alegre

Professores, coordenadores e estagiários do Laboratório de Inteligência do Ambiente Urbano (LIAU) participaram na tarde de quinta-feira, 6, da 1ª Oficina de Animação Topográfica, sob orientação do professor Rafael Pezzi, do Instituto de Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Na oficina, ocorreu introdução e apresentação do tema, explicação de como iniciar um computador a partir do pendrive, conhecimentos do Blender, com navegação na interface, e criação de animação em Porto Alegre.

"Estamos iniciando a formação do grupo de professores e estagiários do LIAU com o uso de recursos educacionais abertos, em especial das tecnologias de informação e comunicação, para potencializar as ações desse grupo. O uso desses recursos permite com que as pessoas possam complementar o trabalho umas das outras. Pretendemos construir animação com sobrevoos por todas as escolas que possuem Liau", explicou Andréa Ketzer Osorio, assessora de Educação Ambiental da Secretaria Municipal de Educação.

A oficina terá segunda edição em 2013, na edição anual do curso de formação para educadores do Liau.

Participaram dessa edição as professoras Josane Magnus Lisboa, da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Aramy Silva, Helena Velazquez, da EMEF São Pedro, e Gládiz Uzun, da EMEF Afonso Guerreiro Lima, além dos estagiários Jéssica Marteganha, das EMEFs Aramy Silva e Presidente Vargas, Francisco Fagundes, da EMEF Rincão, Marcelo Santos dos Santos, da EMEF Afonso Guerreiro Lima, e Vinicius Vignol,das EMEFs São Pedro e Saint’ Hilaire, assim como alunos voluntários do LIAU.

Texto de: Tiago Nequesaurt
Edição de: Álvaro Luiz Oliveira Teixeira
Autorizada a reprodução dos textos, desde que a fonte seja citada.

Suporte CTA: Criado composto condutor para impressão 3D de eletrônicos

Adicionado por Rafael Pezzi aproximadamente 6 anos atrás

Engineers pave the way towards 3D printing of personal electronics

Scientists are developing new materials which could one day allow people to print out custom-designed personal electronics such as games controllers which perfectly fit their hand shape.

The University of Warwick researchers have created a simple and inexpensive conductive plastic composite that can be used to produce electronic devices using the latest generation of low-cost 3D printers designed for use by hobbyists and even in the home.

The material, nicknamed ‘carbomorph’, enables users to lay down electronic tracks and sensors as part of a 3D printed structure – allowing the printer to create touch-sensitive areas for example, which can then be connected to a simple electronic circuit board.

So far the team has used the material to print objects with embedded flex sensors or with touch-sensitive buttons such as computer game controllers or a mug which can tell how full it is.

The next step is to work on printing much more complex structures and electronic components including the wires and cables required to connect the devices to computers.

The research was led by Dr Simon Leigh in the School of Engineering at the University of Warwick.An example of how carbomorph can be used

Dr Leigh said: “It’s always great seeing the complex and intricate models of devices such as mobile phones or television remote controls that can be produced with 3D printing, but that’s it, they are invariably models that don’t really function.

“We set about trying to find a way in which we could actually print out a functioning electronic device from a 3D printer.

“In the long term, this technology could revolutionalise the way we produce the world around us, making products such as personal electronics a lot more individualised and unique and in the process reducing electronic waste.

“Designers could also use it to understand better how people tactilely interact with products by monitoring sensors embedded into objects.

“However, in the short term I can see this technology having a major impact in the educational sector for example, allowing the next generation of young engineers to get hands-on experience of using advanced manufacturing technology to design fairly high-tech devices and products right there in the classroom.”

The printed sensors can be monitored using existing open-source electronics and freely available programming libraries.

A major advantage of using 3D printing is that sockets for connection to equipment such as interface electronics can be printed out instead of connected using conductive glues or paints.

This research is detailed in the study, A simple, low-cost conductive composite material for 3D printing of electronic sensors, published in the open-access journal PLOS ONE.

The research was funded by the EPSRC project: Novel 3D Printing Technologies for Maximising Industrial Impact (Subproject # 30821) and by the EPSRC UK Research Centre In Nondestructive Evaluation.

Fonte: http://www2.warwick.ac.uk/newsandevents/pressreleases/engineers_pave_the/

Artigo original:

A Simple, Low-Cost Conductive Composite Material for 3D Printing of Electronic Sensors. PLoS ONE 7(11): e49365.
Leigh SJ, Bradley RJ, Purssell CP, Billson DR, Hutchins DA (2012)

http://www.plosone.org/article/info%3Adoi%2F10.1371%2Fjournal.pone.0049365

Suporte CTA: Tecnologias Livres no programa Fronteiras da Ciência

Adicionado por Tatiana Pereda aproximadamente 6 anos atrás

O programa Fronteiras da Ciência emitido pela Rádio da Universidade tratou sobre o uso de hardwares e softwares livres e sobre o uso de arduinos. O mediador Marco Indiart recebeu a presença dos professores Rafael Pezzi e Leonardo Brunet, ambos do departamento de física da UFRGS.

Primeiramente foi discutido o uso de tecnologias livres na natureza e o processo evolutivo desta. A maneira como a tecnologia, antes compartilhada por todos, começou a receber certas fronteiras que só beneficiavam alguns. Passando pela distinção de Software e Hardware explicado pelo professor Leonardo, a discussão estendeu-se sobre o que deveria ser livre e o que deveria ser cobrado, e a maneira pela qual estas deveriam ter algum custo, e qual seria a "solução" para tornar tais recursos mais disponíveis ao público em geral abordado pelo professor Rafael.

Logo em seguida, os participantes discutiram sobre arduinos, explicando a origem desde e seu modelo de criação baseado em CC's (Creative Commons).

O programa pode ser conferido na íntegra aqui:

LabFis: Alunas do Colégio Rosário recebem destaque na UFRGS

Adicionado por Rafael Pezzi aproximadamente 6 anos atrás

As alunas do primeiro ano do Colégio Rosário Caroline Pereira Bacelo, Elisa Garcia Pereira e Marta Gastal Bortovski, sob orientação do prof. de física Nilton Solon, tiveram seu projeto de feira de ciências premiados com destaque no Salão Jovem da UFRGS de 2012.

O objetivo do trabalho foi o de analisar um conjunto de vozes de pessoas com diferentes características: idade, sexo, tabagismo. Utilizaram o LabFis e suas ferramentas fft-spectra e Audacity para realizar análise espectral da voz humana.

Carol, Marta e Elisa (frente) recebem troféu destaque no Salão Jovem em cerimônia no Salão de Atos da UFRGS. Foto: Thiago Cruz/Divulgação UFRGS

O poster premiado está disponível aqui. Parabéns às jovens cientístas.

Suporte CTA: A Era das Máquinas Livres

Adicionado por Tatiana Pereda aproximadamente 6 anos atrás

O movimento "Faça Você Mesmo" saltou das tarefas domésticas para os laboratórios de pesquisa. E o salto foi impulsionado pelos mesmos motivos: economizar dinheiro e obter exatamente o resultado que você deseja. Antes existia uma crença dominante de que, para que a sociedade pudesse realmente usufruir de avanços tecnológicos, as invenções devem ser cercadas de segredos e limitações; ou seja, acreditava-se que a disseminação do conhecimento e/ou suas aplicações práticas deveriam necessariamente sofrer restrições, uma forma de obscurantismo, para que a sociedade tivesse maiores benefícios. Esta crença, aos poucos, está sendo derrubada.
Aliás, para Joshua Pearce, físico formado pela Universidade da Pensilvânia, o "faça você mesmo científico" está dando espaço a algo maior que uma nova maneira de pensar, este está dando lugar à uma revolução.

Três forças convergentes, todas de código aberto (open-source), estão por trás dessa reviravolta, explica o pesquisador em um artigo publicado no número mais recente da revista Science: software, impressoras 3D e microcontroladores.
Com essas ferramentas, pesquisadores de todo o mundo estão reduzindo o custo de fazer ciência, construindo seus equipamentos no próprio laboratório.

Arduíno

Tudo está sendo possível graças ao microcontrolador open-source Arduíno.

"A beleza desta ferramenta é que é muito fácil de usar," disse Pearce, que é professor da Universidade Tecnológica de Michigan. "Ela torna muito simples a tarefa de automatizar processos.", diz Pearce.

Funciona mais ou menos assim: o Arduíno - que é vendido por menos de R$100 no varejo - pode controlar qualquer instrumento científico, seja um contador Geiger, um osciloscópio ou um sequenciador de DNA. Mas ele realmente brilha quando controla impressoras 3D, tais como a também de hardware aberto RepRap.

Esta engenhoca do tamanho de um forno de micro-ondas pode ser construída por menos de R$1.000, e pode construir suas próprias peças - uma vez que você tenha uma RepRap, você poderá construir tantas quantas queira. O laboratório de Pearce já tem cinco.

Podendo construir uma cópia dela mesma, impressoras 3D constroem objetos lançando camadas de plástico com espessura abaixo de um milímetro, umas sobre as outras, seguindo padrões específicos. Isso permite aos usuários construir equipamentos segundo suas próprias especificações, não ficando mais dependentes do que podem comprar no mercado. O Arduíno controla o processo, dizendo à impressora 3D para fazer qualquer coisa, de um trem de brinquedo a um macaco de laboratório - não o animal, mas aquele equipamento de levantar coisas.

O professor Pearce precisou de um em seu laboratório e, ao saber que o equipamento custaria milhares de dólares, resolveu projetar o seu próprio. Postou então em comunidades interessadas em códigos-abertos, onde os membros seguidores da poítica do "faça você mesmo" puderam compartilhar seus projetos e também opinar no protótipo de Joshua, este recebeu feedbacks para aprimorar seu próprio produto.

Economia de Doação

"Os movimentos do software livre e do hardware livre estão criando uma economia das doações. Nós pagamos para a comunidade submetendo nossos projetos, e recebemos pagamentos de volta na forma de um excelente feedback e acesso livre ao trabalho de outras pessoas. Quanto mais você dá, mais você recebe, e todos ganham nesse processo," disse ele. A comunidade Thingiverse já tem uma linha completa de projetos com código-fonte aberto para mais de 30 mil protótipos criados e é tudo barato, o que traz em si a emergência desse novo compasso econômico.

Pearce relata que agora está ajudando seus estudantes a organizarem uma empresa cujos objetivos serão fazer projetos de código e hardware abertos para a indústria e construir instrumentos de laboratório sob medida para professores universitários, fornecendo tudo pronto por uma fração do custo dos equipamentos comerciais. "Isso dará aos alunos as competências de que necessitam e lhes permitirá beneficiar toda a sua área de pesquisas," disse ele.

A verdade é que a ciência e a educação, antes do que qualquer outro setor, tem muito a ganhar com a utilização de tecnologias livres como esta pois vivem um grande conflito por estar lidando com ferramentas cujos funcionamentos estão obscuros - o que é um contrassenso.

Transformação na Eduçação

Se a iniciativa se disseminar, milhares ou milhões de dólares que são gastos pelos laboratórios de pesquisa em todo o mundo para comprar equipamentos, agora poderão ser usados para dar apoio aos alunos. Mesmo escolas de ensino médio poderão ter recursos para bons laboratórios de ciências. Mais pesquisas poderão ser financiadas com menos recursos, levando a mais descobertas.

"Usando hardware livre economizamos milhares de dólares para o nosso grupo de pesquisa, e estamos apenas esquentando os motores. Isso vai mudar a maneira como as coisas são feitas. Não há como parar essa mudança" afirma Pearce.

Referências

Pezzi, R.; Pereda, T. - A Emergência das Tecnologias Livres
Inovação Tecnológica - A era das máquinas livres
Pierce, J.M. in Building Research Equipment with Free, Open-Source Hardware, Science, Vol. 337 no. 6100 pp. 1303

Suporte CTA: Seminário de Recursos Educacionais Abertos

Adicionado por Tatiana Pereda aproximadamente 6 anos atrás

Fonte:
http://rea.net.br/site/governo-do-rs-e-projeto-rea-brasil-promovem-seminario/
http://gabinetedigital.rs.gov.br/post/3464

Com o objetivo de proporcionar um espaço de debate e reflexão com representantes do governo do Estado e de Núcleos de Tecnologia Educacional, foi realizado no último dia 12 de setembro em Porto Alegre, o Seminário Recursos Educacionais Abertos (REA).
O evento foi aberto pela diretora do Departamento de Logística e Suprimento da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), Ana Cláudia Figueroa, e pelo diretor de Inclusão Digital da Secretaria de Comunicação e Inclusão Digital (Secom), Gerson Barrey.

Os representantes do Instituto Educadigital, Priscila Gosales e Débora Sebriam, destacaram o conceito e as possibilidades de utilização dos REA. As palestrantes explicaram a diferença entre o direito autoral tradicional, baseado no Copyright (todos os direitos reservados) e as licenças livres. Débora e Priscila iniciaram a parte introdutória a REA propondo uma dinâmica a todos os presentes. Eles deveriam se posicionar em uma linha de concordância ou discordância sobre a afirmativa: “autoria é sinônimo de propriedade”.

Em seguida, os demais palestrantes debateram sobre alguns projetos inovadores em REA e políticas públicas no Brasil:

Rafael Pezzi (UFRGS) - Centro de Tecnologia Acadêmica

O Centro de Tecnologia Acadêmica (CTA) vinculado ao instituto de Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul tem como objetivo o desenvolvimento de projetos científicos e tecnológicos compatíveis com o compartilhamento de conhecimento, natural do espírito científico, fomentando o desenvolvimento e adoção de tecnologias livres e recursos educacionais abertos. Ele abordou os projetos de Estação Meteorológica Modular e Blender Topográfico.

Eduardo Nogueira - Duda Library

O Duda Library é um software livre que mapeia, indexa, armazena e redistribui Recursos Educacionais Abertos promovendo o uso educativo em escolas com pouca ou nenhuma conexão com a Internet. Segundo Eduardo Nogueira, a ideia é termos o Duda Library Central, que será responsável por indexar e fazer o download dos REAs dispostos em diversas Fontes de REAs (Ex: Domínio Público, Khan Academy, Portal do Professor, etc.). Após esta fase, o sistema o “empacota” e cria um formato padrão. Na outra ponta, no servidor da escola/comunidade, você pode instalar o Duda Library e baixar os conteúdos da Central pela Internet (durante a madrugada, por exemplo, fazendo um uso eficiente da conexão) ou HD Externo/pendrive. Os alunos/comunidade poderão então acessar os REAs pelo navegador. A disponibilidade da API permitirá a criação de aplicativos para tablets/desktops/celulares. Leia entrevista ao site REA aqui.

Priscila Gonsales - Projeto Biografia Colaborativa da Lea Fagundes

Colaboração em rede e licença aberta é o caminho que se busca para a construção dessa biografia e vem dando certo! Nos últimos dias o IED comemorou uma etapa importante e bem-sucedida do projeto. Com 213 apoiadores, a parte audiovisual da biografia, um vídeo-entrevista com a própria Léa Fagundes, foi financiada na plataforma de crowdfunding Catarse e será produzida nos próximos meses.

O evento foi uma promoção conjunta do Projeto REA Brasil, Instituto Educadigital e Governo do Estado do Rio Grande do Sul, através da Secretarias de Educação, de Comunicação e Inclusão Digital, e do Gabinete Digital do Governador.

Durante o evento aconteceu o lançamento do livro “Recursos Educacionais Abertos: práticas colaborativas e políticas públicas”, organizado por Bianca Santana, Carolina Rossini e Nelson Pretto.

O que é REA?

Recursos Educacionais Abertos são materiais de ensino, aprendizado e pesquisa em qualquer suporte ou mídia, que estão sob domínio público, ou estão licenciados de maneira aberta, permitindo que sejam utilizados ou adaptados por terceiros. O uso de formatos técnicos abertos facilita o acesso e o reuso potencial dos recursos publicados digitalmente. Recursos Educacionais Abertos podem incluir cursos completos, partes de cursos, módulos, livros didáticos, artigos de pesquisa, vídeos, testes, software, e qualquer outra ferramenta, material ou técnica que possa apoiar o acesso ao conhecimento.

LabFis: Versão 0.9 do LabFis está disponível para download

Adicionado por Rafael Pezzi aproximadamente 6 anos atrás

Está no ar o LabFis 0.9. Para baixar a imagem acesse http://lief.if.ufrgs.br/labfis/.

Adicionadas atividades PhET (compatíveis com software livre -ver tarefa #35).
Novas funcionalidades para redimensionamento e rotações de imagens usando o gerenciador de arquivos.
Editor de vídeo e gravador da área de trabalho para elaboração de tutoriais.
Freemind - Editor de mapas conceituais.
Instalação de firmwares para placas de rede sem fio.
Corrigida configuração do chaveiro do gnome - senha já vinha definida.
Atualização de pacotes.

Pacotes Instalados

  • nautilus-image-converter
  • gitg
  • gitk
  • git-cola
  • freemind
  • python-lxml
  • chromium-browser
  • openshot
  • gtk-recordmydesktop
  • usbutils
  • hardinfo
  • firmware-realtek
  • firmware-atheros
  • firmware-ralink
  • firmware-iwlwifi
  • firmware-brcm80211
Aplicativos de Terceiros

Mais informações na página oficial.

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